O Renato, que não era russo, estava certo!
Assistia, ontem (15/10/2025), aos telejornais - sim, é masoquismo, com certeza! - e todos eles mostraram um discurso de Lula em que participou o presidente da cãmara federal.
A cena é hilária, pois todos sorriem e alguns até gargalham com o palavrório de Lula, inclusive o presidente da câmara, mesmo com o presidente falando mal da qualidade dos políticos. Não que que que Hugo Motta tenha responsabilidade por aqueles que lá colocamos, porém, os preside e, também, é diretamente um dos criticados.
A má qualidade estava alí representada naquele palco. Sim, palco, porque o que vi, foi um ator representando seus interesses e daqueles alí presentes, além de muitos da classe política que o apoiam, seja por convicção, seja por interesse.
Não tenho político de estimação e, muito menos partidos, mesmo porque não há partidos e, apenas, siglas sob as quais reunem-se pessoas com interesses comuns que, aliás, não são os do povo.
Infelizmente, não temos políticos com projetos para o país (munícipios, estados e país). Não há políticas de Estado, quando muito - e pouco - há as de governo. Há um assistencialismo desmedido e sem visão alguma de médio e longo prazo. Cabides de emprego aos montes e mordomias desmedidas a políticos e ao alto funcionalismo público, emendas parlamentares, uso indiscriminado de recursos de empresas públicas para financiar a gastança desordenada do governo, subsídios generosos a grandes empresas, órgãos de controle que não funcionam, serviços básicos capengas (saúde, educação e segurança pública), e por aí vamos sempre ladeira abaixo.
Uma instituição que poderia - e deveria - ser o contrapeso e a barreira seria o judiciário, mas, tornou-se mais um partido político, além de algumas instâncias estarem envolvidas em venda de decisões!
Por essas e outras, dá para afirmar que o Renato, realmente, não era russo!
Obs.: Palavras como câmara e judiciário foram escritas com iniciais minúsculas propositalmente.
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