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O Renato, que não era russo, estava certo!

Assistia, ontem (15/10/2025), aos telejornais - sim, é masoquismo, com certeza! - e todos eles mostraram um discurso de Lula em que participou o presidente da cãmara federal. A cena é hilária, pois todos sorriem e alguns até gargalham com o palavrório de Lula, inclusive o presidente da câmara, mesmo com o presidente falando mal da qualidade dos políticos. Não que que que Hugo Motta tenha responsabilidade por aqueles que lá colocamos, porém, os preside e, também, é diretamente um dos criticados. A má qualidade estava alí representada naquele palco. Sim, palco, porque o que vi, foi um ator representando seus interesses e daqueles alí presentes, além de muitos da classe política que o apoiam, seja por convicção, seja por interesse. Não tenho político de estimação e, muito menos partidos, mesmo porque não há partidos e, apenas, siglas sob as quais reunem-se pessoas com interesses comuns que, aliás, não são os do povo. Infelizmente, não temos políticos com projetos para o país (munícipios, ...

O fraco Legislativo e o rombo em nossos bolsos com as contas de luz

 Em matéria* publicada pelo Estadão  nesta data (08/10/2025), fica claro que, para bancar privilégios de grandes empresas, responsáveis pela produção ou pelana distribuição de energia elétrica, pagamos além do que consumimos. O que é lamentável, é ver que quem pode mudar a situação,  mas não o faz para atender aos interesses daquelas empresas, é o Congresso. Há alguns anos, estava zapeando pelos canais de TV e parei em um desses que transmitem trabalhos da Câmara e do Senado, mas não me recordo qual, e me deparei com uma comissão que analisava justamente tudo o que compõe o setor elétrico. Tratavam, naquele momento, sobre os investidores. São quase os mesmos por todas as empresas do ramo, sendo boa parte chineses. Não é difícil concluir que, para distribuir bons dividendos anualmente a esses investidores, faz-se necessário gerar lucros e, para isso, nós consumidores, obiamente, vemos as contas cada vez mais caras e sempre ouvimos/lemos que os aumentos são necessários em r...

Rita, vi!

  Acabei de assistir, Rita Lee – Mania de Você. Documentário lindo! Sou fã dela desde Os Mutantes. Assisti , em 1967, o III  Festival de Música Popular Brasileira , da  TV Record , na apresentação da canção " Domingo no Parque ", em que a banda acompanhou Gilberto Gil. A partir de então, acompanhei a carreira da Rita. Assisti a inúmeros shows, inclusive o primeiro logo após a sua prisão. Não lembro onde foi o show, mas ela surge no palco vestida de roupa listrada, típica de presidiaria de desenho animado, com uma bola de algum material simulando ser de ferro. Maravilhosa! O público delirou. Quando ela lançou a turnê Refestança, em parceria com o Gilberto Gil, fui para assistir ao show, que seria no estádio da Portuguesa,no bairro do Canindé, em São Paulo, mas perdi. Tenho duas passagens hilárias nessas idas a shows dela. Uma, foi no Juventus. Seriam dois horários e o Hermínio (o Mi) e eu chegamos para o segundo horário. Não tínhamos ingresso e nem dinheiro. Ficamo...

Como eu vejo STF

 Todos os poderes brasileiros continuam constituídos como o foram no início da República, mantendo, contudo, os "ares" aristocráticos da monarquia. Atribuíram a si próprios muitas mordomias e direitos. São poderes convenientemente anacrônicos em suas constituições e funcionamento. Veem o povo como súditos ao invés de contribuintes. Usam e apossam-se do dinheiro público como se fosse coisa deles. Os ministros do STF fazem questão de colocarem-se no Olimpo, como deuses. São carregados de formalidades, utilizam vocabulário repleto de expressões arcaicas e outras especificamente jurídicas. Há palavras que somente advogados de muita experiência conseguem entender e, poucos, explicá-las aos seus clientes. Na iniciativa privada, um profissional para exercer a função de advogado em um bom escritório, precisa possuir não apenas uma excelente formação (em faculdades tidas pelo mercado como de primeira linha) como, também, ter trabalhos e/ou livros publicados e conquistado vitórias em c...

Somos levemente hipócritas

O Brasil, hipocritamente, libertou os escravos, ou seja, deixou toda uma massa de pessoas. à deriva, ao deus-dará. Criou o salário mínimo, e toda a massa hipócrita de empresários o utiliza, sordidamente, como parâmetro para, "generosamente", assalariar sua mão de obra.. O Estado o utiliza como parâmetro para "pagar" os benefícios a que a legislação o obriga. O mesmo Estado, compulsoriamente, debita, dos empresários e dos empregados, um sem fim de impostos, taxas e outros valores, e atualiza tudo isso pela maravilhosa SELIC. Esse mesmo grande irmão, não nos devolve na mesma proporção (poupança, no máximo!) e, ainda, presta péssimos serviços em todas as instâncias. Compro um imóvel ou terreno com muito suor e pago imposto pelo resto da vida. Compro um veículo automotor e pago ao Estado enquanto o bem durar. Abro uma empresa como forma de atender ao mercado, que busca formas de fugir das "mordidas" sem fim do Estado, e pago mesmo que não haja ...